sábado, 20 de fevereiro de 2010

Willem De Kooning


Willem de Kooning. Pink Angels, 1945. Óleo e carvão sobre tela


woman-and-bicycle


Pintor norte-americano de origem holandesa (24/4/1904-19/3/1997). Um dos expoentes do expressionismo abstrato, particularmente da corrente denominada action painting. Nasceu em Rotterdam e emigrou para os Estados Unidos em 1926.

No início suas obras são conservadoras, mas a amizade com o pintor Arshile Gorky, a partir de 1927, coloca-o em contato com o círculo de artistas que muito o influenciariam na sua tendência expressionista.

Na década de 30 adopta diversos estilos simultaneamente, entregando-se à experimentação com grande vigor. Com pinceladas violentas, produz composições geométricas. Em 1938 começa a pintar formas masculinas e quadros abstractos coloridos. Após a primeira exposição individual, em 1948, passa a ser considerado, ao lado de Jackson Pollock, o líder da nova corrente, o expressionismo abstrato.

Seu trabalho mais famoso é a série Mulheres (1950-1953), que mostra formas femininas em pinceladas frenéticas. As suas obras chocam o público. Na década de 70 demonstra renovado interesse pela paisagem, como em...Cujo Nome Estava Escrito na Água (1976) e Sem Título III (1980). Nessa época dedica-se também à escultura. Morre em Long Island, perto de Nova York.

http://www.algosobre.com.br/biografias/willem-de-kooning.html

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010


Alexander Calder

(Filadélfia, 1898 - Nova Iorque, 1976)






Escultor norte-americano. Inicialmente estuda Engenharia Mecânica e, a partir de 1922, Arte. Em 1926 muda-se para Paris e começa a realizar pequenas figuras ridículas de arame de tema circense, que expõe no Salão dos Humoristas de 1927. A sua obra escultórica caracteriza-se, desde o início da sua carreira, pela ausência de pretensões e por uma poesia humorística. Pouco depois (1931) inclina-se para a arte abstracta, pinta alguns quadros (Composition) e realiza diversas esculturas, entre elas trinta mobiles (o nome de mobile é de Marcel Duchamp) que apresenta numa galeria parisiense em 1932. A partir de então começa a ser conhecido pelo grande público. Ao longo de toda a sua obra, Calder desenvolve um lirismo quase infantil sem se ver limitado por nenhum pré-julgamento de escola, o que pode ser apreciado em alguns dos seus mobiles mais famosos, como o do edifício da UNESCO em Paris. Idênticas características apreciam-se nos seus cenários teatrais, jóias, personagens de estuque, «constelações» de madeira e ferro e, nas suas esculturas da última época, as denominadas «setas». É autor, além disso, de pinturas esquemáticas de grande colorido e de mobiles espectaculares, como a fonte do aeroporto de Barcelona.

http://www.vidaslusofonas.pt/alexander_calder.htm



terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Alberto Giacometti

O suíço escultor, pintor e desenhista Alberto Giacometti começou seu trabalho sob influência do Cubismo, mas logo passou a se dedicar ao Surrealismo. Figuras de bronze de pessoas macérrimas são características em sua obra. O isolamento do indivíduo é apontado no uso de molduras, como na escultura "O nariz". Suas obras influenciaram fortemente as artes plásticas. Assim como as esculturas, seus desenhos e pinturas tratam do desamparo do ser humano no espaço vazio.

http://www.dw-world.de/popups/popup_imagegalleryimage/0,,2106427_gid_2106406_lang_5_page_2,00.html


O nariz



Homem e mulher






sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A pérola do Atlântico

Entre os dias 29 e 31 de Janeiro de 2010, estive na Madeira.

Gostei bastante. As paisagens são espectaculares. Durante o dia as casas brancas, em povoamento disperso, alcandoradas nas montanhas proporcionam um colorido único e, à medida que anoitece, surge um multiplicar de pontos de luz muito peculiares. São "estrelas" que iluminam a serra. Deslumbrante!

Durante o dia de Sábado o tempo esteve magnífico e consegui realizar algumas actividades como descer um sector de montanha no tradicional carro de cesto. No Domingo a situação meteorológica conheceu uma mudança radical. Um autêntico dilúvio abateu-se sobre a ilha tornando a visibilidade nula durante o passeio realizado ao Curral das Freiras. À tarde, de volta ao Funchal, o estado do mar era o que a imagem documenta. Bonito de se ver!...

Baía do Funchal em 31 de Janeiro de 2010

É sempre bom conhecer novas paragens. Achei as actividades na Madeira bem organizadas. O transporte público (que utilizei bastante) com qualidade, a cumprir horários e a servir, com eficiência, os pequenos lugares alcandorados na montanha. Notei que os motoristas conduzem de forma acelerada mesmo nos percursos onde se pensa (mas mal) que dois veículos em sentido contrário não conseguem passar.

Apesar da saber que existe (como, de resto, em todo o lado), não vislumbrei sinais de pobreza, quer no Funchal, quer em Câmara dos Lobos ou mesmo ao longo dos percursos turísticos realizados.

Muito mais teria para contar, mas fico-me por este breve comentário. Tenha um bom dia!